Barragem dá sinais antes de romper, diz presidente da Federação Brasileira de Geólogos

diretodaciencia.com

Maurício Tuffani

Falha no sistema de monitoramento e alerta é causa do elevado número de mortes no desastre de Brumadinho.

PHILLIPE PESSOA
MIRNA DE MOURA
Colaboração para Direto da Ciência, de Belo Horizonte.

A alta mortandade do desastre em Brumadinho (MG) resultou de erros no monitoramento da Barragem I da mina do Córrego do Feijão, que rompeu na última sexta-feira (25), segundo Fábio Augusto Reis, professor do Departamento de Geologia Aplicada do câmpus de Rio Claro da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Presidente da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo). Suas afirmações se contrapõem à alegação do presidente da Vale do Rio Doce, Fabio Schvartsman, em entrevista coletiva no sábado (26), de que o rompimento teria sido rápido demais para permitir o acionamento do alarme sonoro de alerta para os funcionários da empresa e a população da cidade.

De acordo com Reis, as tecnologias de monitoramento preditivo da instalação são capazes de detectar anomalias e riscos em barragens meses antes de rupturas em suas estruturas. A categoria de risco alto, que indica início do processo de rompimento, quando as sirenes devem ser acionadas, pode durar horas ou dias até o colapso, segundo o professor.

Continue a leitura na íntegra usando o link abaixo:
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